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https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/68046
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| Título : | Uso de probióticos na síndrome do intestino irritável: uma revisão integrativa |
| Autor : | QUEIROZ, Mylena Lima de |
| Palabras clave : | Síndrome do Intestino Irritável; Disbiose; Microbiota Intestinal |
| Fecha de publicación : | 13-ene-2026 |
| Citación : | QUEIROZ, Mylena Lima de. Uso de probióticos na síndrome do intestino irritável: uma revisão integrativa. 2026. 40 f. TCC (Graduação) - Bacharelado em Nutrição, Centro Acadêmico da Vitória, Universidade Federal de Pernambuco, Vitória de Santo Antão, 2026. |
| Resumen : | A síndrome do intestino irritável (SII) é um distúrbio crônico, frequentemente debilitante e altamente prevalente da interação intestino-cérebro. As sensações de desconforto e dor abdominal recorrente, além de hábitos intestinais alterados são os principais sintomas clínicos. O uso de probióticos parece impactar positivamente a sensibilidade visceral, a permeabilidade intestinal e a inflamação, se tornando uma alternativa de terapia adjuvante. O objetivo do trabalho visa elaborar uma revisão integrativa sobre o uso de probióticos na possível melhora dos sintomas gastrointestinais em indivíduos portadores de SII. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada em três bases de dados: SciELO, PubMed e Science Direct, considerando as publicações entre os anos de 2020 e 2025, nos idiomas inglês e português. A busca foi baseada nos descritores, ´´Irritable Bowel Syndrome´´, ´´Dysbiosis´´ e ´´ Intestinal Microbiota´´. Dentre os 340 artigos encontrados na busca inicial, 6 (seis) estudos preencheram os critérios de elegibilidade, sendo todos estudos experimentais. Os resultados evidenciaram que os probióticos utilizados demonstraram melhora nos sintomas, como, melhora da dor abdominal, da frequência de evacuações irritáveis e redução da ansiedade e do estresse, contribuindo com uma melhor qualidade de vida. Entretanto, houveram alguns efeitos adversos, como náuseas, vômitos e cefaleia, predominantemente leves, entre os participantes. Foi possível notar que os estudos mais promissores foram com as cepas de Lacticaseibacillus rhamnosus (IDCC 3201), Saccharomyces cerevisiae (I-3856) e Bacillus coagulans (LBSC e BCP92). A utilização do probiótico deve ter uma abordagem individualizada, dependente da cepa e do subtipo clínico. O uso de probióticos se destacou como uma opção terapêutica adjuvante para a SII, auxiliando na promoção de uma melhor qualidade de vida e bem-estar dos pacientes, com pouco ou nenhum efeito adverso. Não foi possível definir protocolos clínicos, uma vez que os estudos não foram claros quanto a cepa, dosagem e tempo de tratamento. São necessários mais estudos que determinem um direcionamento mais específico acerca do uso de probióticos na SII. |
| URI : | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/68046 |
| Aparece en las colecciones: | (CAV) TCC - Nutrição |
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